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Está na hora de regressar à rotina com novas rotinas
O MEO, a Fundação MEO e a Mirabilis, associação que se dedica à problemática dos ecrãs na educação, uniram-se para chamar a atenção para o uso excessivo de dispositivos e inspirar mudanças que promovam hábitos digitais mais saudáveis.
O uso dos ecrãs com moderação é um desafio de toda a família
Os mais novos imitam os adultos, que muitas vezes também não controlam o uso dos dispositivos. Apesar de ser viciante, o uso excessivo do smartphone é socialmente aceite, ao contrário da má alimentação. Esse comportamento afeta a saúde mental e só muda com consciência, equilíbrio e bons exemplos.
A mudança começa em casa, e pequenas atitudes têm o poder de transformar rotinas.
0h00
10h00 tempo médio de screen time em Portugal.
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60% dos jovens jogam online (10-17 anos).
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20% dos jovens jogam a dinheiro/apostas online (10-17 anos).
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85% dos jovens admitem estar viciados em redes sociais (10-17 anos).
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20% sente-se mal quando não pode usar as redes sociais (10-16 anos).
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62% das crianças afirmam ser frequente os pais estarem distraídos para os ouvirem (6-12 anos)
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68% dos pais distraem-se com os smartphones enquanto passam tempo com os filhos.
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Um jovem recebe em média 192 notificações por dia.
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90% dos adultos admite ter usado o smartphone no seu último programa social
Testem o screen score e descubram o quanto estão dependentes dos ecrãs
O uso é fundamental e respeita os momentos de descanso, convivência e atenção plena. A pessoa consegue estar presente no momento sem sentir a necessidade de verificar o smartphone constantemente. A tecnologia está a serviço da vida, e não o contrário.
Uso controlado
O smartphone é usado de forma regular e intencional. Há momentos específicos para o uso, com interrupções frequentes para descanso e foco em outras atividades. O smartphone é uma ferramenta, não uma distração constante.
Bastante uso mas ainda gerível
O uso do smartphone é alto, mas já existe alguma consciência sobre o tempo gasto. A pessoa tenta estabelecer limites, embora nem sempre os consiga cumprir- Ainda há espaço para melhorar o equilíbrio digital.
Uso exagerado
O smartphone é usado em demasia, muitas vezes sem necessidade real. Há tendência a recorrer a ele por impulso, como forma de evitar o tédio ou emoções difíceis. Começa a haver impacto na produtividade e na qualidade do tempo pessoal.
É preciso rever o uso
O smartphone domina o dia a dia. Há dificuldade em ficar sem ele por curtos períodos, mesmo em momentos importantes como refeições, conversas ou durante o trabalho. O uso interfere nas relações sociais, no sono e na saúde mental. Há sinais claros de dependência.
COMPREENDER O VÍCIO DIGITAL
O que é a dopamina?
A dopamina é um neurotransmissor que circula no cérebro e que nos transmite a sensação de prazer e satisfação. Libertamo-la sempre que fazemos algo de que gostamos..
O ciclo Virtuoso da dopamina
A dopamina é libertada de uma forma “virtuosa” sempre que fazemos uma atividade boa e saudável, como dar um abraço a um amigo, exercício físico ou aprender a tocar um instrumento musical.
O ciclo Vicioso da dopamina
A dopamina é libertada de uma forma que se pode tornar “viciante”, quando há libertação em quantidades excessivas, associadas a consumos em excesso de açúcar, álcool, tabaco, por exemplo, mas também de estímulos rápidos e recompensas imediatas que obtemos nas redes sociais, apps, jogos online, etc.
Likes, views, scrolls e jogos online estimulam o cérebro com dopamina em excesso, criando um ciclo viciante. Com o tempo, torna-se difícil sentir prazer nas coisas simples, surgem sintomas como ansiedade, irritação, falta de concentração e o risco de outras dependências aumenta.
Conhecer os riscos do uso da Internet sem controlo
Saúde Mental
O uso excessivo de ecrãs está associado a ansiedade, depressão, dependência digital, stress e comportamentos autolesivos.
32% dos jovens portugueses já tentou usar menos ecrã e não conseguiu.
20% admite sentir-se mal quando está longe do ecrã.
É importante agir, a saúde mental não espera.
Fontes: “Health Behavioural School – Aged Children / DGS / Direção Geral das Estatísticas e da Ciência 2024. Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e Dependências, Inquérito da da Defesa Nacional
Conteúdos violentos
As crianças e jovens expostos a violência digital têm maior risco de desenvolver quadros de agressividade, ansiedade e isolamento.
A Sociedade Americana de Pediatria alerta que crianças menores de 6 anos não devem ser expostas a conteúdos violentos.
Jogos de tiro são desaconselhados para qualquer idade infantil.
Evitar videjogos que tenham como objetivo a violência contra seres vivos (humanos ou animais), uma vez que associam o prazer ao ato de matar.
É importante que pais, educadores e cuidadores conheçam o universo online dos jovens, estabeleçam diálogo aberto e ofereçam orientação contínua, construindo uma sociedade menos violenta, livre de discursos de ódio e extremismos.
Fontes: Uso inadequado de las TIC como factor de riesgo en la violencia filioparental (Elisa González-Pérez, Alba García Barrera e Isabel Martínez-Álvarez | Universidad a Distancia de Madrid, 2024). Um estudo americano envolveu 360 estudantes que enviaram mais de 130.000 participações, mostrando que a violência nos média causa comportamentos agressivos (Merryman, 2002). A violência nos média foi categorizada como um “risco à saúde pública” nos EUA devido a uma extensa pesquisa documentando ligações com a agressão tanto em crianças pequenas quanto em adolescentes (Anderson 2007, Christakis 2007, Huesmann 2007). AAP, 2016. Pew Research Center, 2008.
CyberBullying e discurso de ódio
O uso precoce e excessivo de ecrãs, tem sido associado ao aumento do cyberbullying e do discurso de ódio entre jovens. Quando a exposição ocorre antes dos 12 anos, a probabilidade de se tornarem vítimas ou agressores cresce, já que nessa fase são mais vulneráveis emocionalmente e procuram validação social.
O cyberbullying é constante (não se limita ao espaço físico), as vítimas podem ser perseguidas online/offline e pode causar traumas graves.
É crucial o diálogo familiar, a implementação de controlos parentais sobre conteúdos e tempo de uso, e a promoção de atividades presenciais e debates em ambiente escolar.
Cyberbullying entre jovens em Portugal: preditores de vitimização e perpetração, Centro de Investigação e Intervenção Educativas (CIE) da FPCEUP, Mariana Rodrigues (2024).
Segurança, privacidade e aliciamento online
O acesso a dispositivos com internet traz riscos de segurança que afetam especialmente crianças, adolescentes, idosos e pessoas com baixa literacia digital. Muitas vezes, os danos ocorrem sem que a vítima perceba de imediato, e o constrangimento ao descobrir o envolvimento agrava ainda mais a situação.
Ataques maliciosos para roubo de dados e senhas. Mensagens falsas em redes sociais ou chat de jogos. Phishing e Grooming.
O objetivo principal dos ataques é causar dano intencional e explorar a fragilidade emocional da vítima.
Perante estes perigos, cabe aos adultos conhecer os riscos, transmiti-los e orientar os mais vulneráveis.
“A review of children’s online risks: the UK experience” Sonia Livingstone, Julia Davidson, Joanne Bryce, Sophia Bimski (2017). London School of Economics. Centros/Documentos de referência: Centro Internet Segura / UNICEF: Child Online Protection and Safety / UNESCO, Criança Online Safety (2020).
Novas rotinas dentro e fora de casa
Para uma redução eficaz do tempo de ecrã é importante introduzir e persistir em alternativas saudáveis como fazer exercício, ler, brincar, aprender algo novo, conviver com outras pessoas ou, simplesmente, aborrecer-se. Com o tempo, recupera-se o prazer das coisas simples, diminui o stress, aumenta motivação e bem-estar.
Convívio com família e amigos
O vínculo, isto é, a forte ligação aos outros, é a base de uma boa saúde mental. Nas crianças, é crucial para um bom desenvolvimento, em adultos, as relações familiares e amizades dão um sentido de pertença, reduzem o stress e a solidão e contribuem para a autoconfiança e autoestima.
Atividades de Lazer
Atividades lúdicas e artísticas (ler, música, teatro, dança, artes visuais) são cruciais para o desenvolvimento cognitivo e socioemocional de crianças e adultos. Elas estimulam a criatividade, foco, concentração, pensamento crítico, linguagem emocional, e empatia, sendo ótimas alternativas ao tempo de ecrã. Só é necessário escolher a atividade, praticar com regularidade e persistir para colher os frutos.
Desporto
A prática regular de desporto não só beneficia a saúde física, como também tem um impacto significativo na saúde mental. A atividade física estimula o desenvolvimento cerebral, aprimorando competências como foco, planeamento, autorregulação, ponderação, tomada de decisões e empatia.
Escola Mais Feliz
Estudos recentes indicam graves consequências da presença de smartphones nas escolas: redução do foco e concentração, aumento do isolamento, ansiedade, depressão, bullying e cyberbullying, além de piores resultados académicos, e problemas de visão e sono. Considera não permitir que os teus filhos levem o telemóvel para a escola, poderá ser um gesto importante para terem mais amigos, maior atividade física e melhores notas, contribuindo para o seu desenvolvimento físico e mental.
Ecrãs fora do quarto
A interação com ecrãs de luz azul antes de dormir compromete seriamente a qualidade do sono. Um em cada quatro adultos e um em cada três adolescentes interrompem o descanso para verificar notificações. Nos jovens, as horas de sono caíram em média uma hora na última década devido a estudos intensos, horários escolares, desporto tardio e, sobretudo, exposição a ecrãs. A privação de sono eleva riscos de ansiedade, depressão, obesidade e doenças cardíacas. Evitar ecrãs 2-3h antes de dormir e deixar o telemóvel fora do quarto melhora o descanso e reduz o stress, essencial para a saúde física e mental.
Ecrãs na casa de banho não entram
O uso do smartphone na casa de banho é um indicador de dependência. A presença constante do smartphone, mesmo em momentos que deveriam ser de pausa, estimula o multitasking, levando ao desgaste mental, distração e diminuição da eficácia. Deixar o telemóvel conscientemente fora destes momentos é o primeiro passo para o retirar de outros momentos importantes e quebrar um ciclo de cansaço e distração permanente, promovendo um desenvolvimento físico e mental mais saudável.
À mesa sem smartphones
O uso do smartphone à mesa, justificado por trabalho ou outras notificações, transmite a mensagem aos outros de que o aparelho é mais importante que eles. Essa intrusão constante, chamada “tecnoferência”, prejudica a atenção e o vínculo entre pais e filhos, marido e mulher, amigos, colegas, etc… Deixar o smartphone fora da mesa é crucial para fortalecer laços pessoais e a saúde emocional e mental de todos.
Pendurar um compromisso na porta
Façam download, imprimam e mostrem o vosso compromisso com um uso mais saudável dos ecrãs.
“Comunicar em Segurança” é um programa da Fundação MEO cujo objetivo é informar e sensibilizar para os principais desafios do mundo digital, promovendo um uso mais consciente e seguro da Internet.
Brochuras Digitais
Folhetos informativos com dados estatísticos, principais conceitos e propostas de ação para uma atitudo responsável.
Uma comédia contemporânea que é um convite a conhecer o que se passa "por detrás do ecrã". De Vicente Morais com Pedro Górgio, Alexandre Silva e Tiago Aldeia.
Linha Internet Segura 800 21 90 90 (chamada gratuita)
A linha de apoio ao centro de Internet Segura é um serviço de apoio e informação sobre segurança na internet, coordenado pelo Centro Internet Segura. Tem como objetivo esclarecer e apoiar os cidadãos sobre a utilização segura e responsável da internet, bem como promover a prevenção e combate a conteúdos ilegais online.
Liga-te melhor com mais informação
"Evitar as consequências da relação desadequada das crianças com os ecrãs é da responsabilidade de todos: pais, educadores, escolas, empresas e governantes. Com uma atuação rápida podemos minorar os efeitos negativos na saúde e desenvolvimento das crianças e jovens, com efeitos no seu futuro e no país."
Mariana Reis e Matilde Sobral, fundadoras da Mirabilis.
O Centro de Internet Segura promove a literária digital e a utilização responsável da tecnologia, protegendo crianças, jovens e adultos dos perigos online.
A proteger e a servir. A PSP compromete-se com a segurança de todos, prevenindo riscos, promovendo a cidadania e assegurando uma sociedade mais segura.
Tem por missão assegurar a legalidade democrática, garantir a segurança interna e os direitos dos cidadãos, bem como colaborar na execução da política de defesa nacional.
(1) Digital Consumer 2021 (2)Inquérito aos jovens participantes no Dia da Defesa Nacional, 2022, SICAD. (3)Estudo da Dove 2022, conduzido pela empresa Edelman Data & Intelligence (DXI). (4)Health Beahavioural School – Aged Children / DGS / Direção Geral das Estatísticas e da Ciência 2024 Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e Dependências, Inquérito dia da Defesa Nacional.